Segunda-feira, 25 de Janeiro de 2010
Alberto João Jardim, amanhã, no seu artigo semanal:
Os Partidos políticos e o regime
"A concepção do Estado como prioridade absoluta, não só acaba por cercear o quadro dos Direitos, Liberdades e Garantias dos cidadãos, na medida em que tudo se Lhe subordina, prejudicando, assim, Direitos fundamentais, entre outros os das minorias ou do da diferença, como inclusivamente pode arrastar a totalitarismos já tragicamente experimentados pela Humanidade, dada uma imposta coincidência entre Estado e partido único.
Ora, é inequívoco que a concretização do Bem Comum passa pela liberdade de as comunidades ponderarem as alternativas que se lhes oferecem para as soluções possíveis. Daí a indispensabilidade do pluralismo partidário.
O que significa também que é indecoroso um regime político limitar a formação dos mais variados tipos de Partidos políticos, como limitar o acesso a eleições por parte de Cidadãos não apresentados por qualquer Partido.
Mesmo em relação àqueles Partidos cuja doutrina e objectivos não são democráticos, ou a Democracia é um sistema bastante rico para suportá-los e ultrapassá-los na diferença que expressam, ou então estaremos perante um regime democrático doente, não convincente, que comprova a necessidade de mudanças inadiáveis enquanto é tempo.
Em qualquer sociedade democrática, constata-se que a imensa maioria dos Cidadãos, por motivos dos mais legítimos, não se integram, filiados, nalgum Partido político.
Como também se constata os que lá estarão filiados apenas por oportunismo relacionado com meros interesses individuais.
Mas, sobretudo, também se constata que menor é o número de Cidadãos dispostos a servir a comunidade por dentro dos Partidos políticos, quando Estes, como no caso de Portugal, entraram por caminhos que os vêm descredibilizando em termos perigosos para a Democracia.
Como ainda se conhecem casos de, a partir do interior dos Partidos, se travar a adesão dos que a pretendem, com o medo dos aí «instalados» perderem o «tacho» ante pessoas melhor qualificadas. Ou então de os mesmos «instalados», eles próprios, procederem a «inscrições» à arroba, as quais lhes sejam garantia do «poleiro»".
Segunda-feira, 18 de Janeiro de 2010
Segunda-feira, 11 de Janeiro de 2010
Alberto João Jardim, amanhã, no seu artigo semanal:
Congresso, porque não?...
“Para espanto meu, num momento em que talvez nunca, como dantes, seja tão importante trocarmos ideias, construtiva e serenamente, eis que vejo pessoas, todas a me merecerem consideração, se manifestar contra a utilidade desta reunião magna!”“O PSD, de facto, precisa de uma reunião magna onde (se) possam apontar metas identificadoras, causas pelas quais lutar e objectivos claros, não demagógicos, a propôr aos Portugueses”
"Tudo isto com a participação e intervenção dos congressistas que, eleitos, representem as Bases do Partido.
E não gente arregimentada por lóbis territoriais, com residência ou número de telefone iguais para uma centena de pessoas. Sei o que estou escrevendo..."
Segunda-feira, 4 de Janeiro de 2010
Subscrever:
Mensagens (Atom)







