Os espertos e os pagadores de serviçosQue pensamos nós sobre isto de 'porta aberta' e 'porta fechada’? Rigorosamente nada. É entrar, vilanagem. E nós que nos aguentemos. Estamos aqui há mais de mil anos. Mas quem nos garante que continuaremos a estar?Tenho observado que chegam a ir buscar velhotes inconscientes às casotas onde vivem, transportar bandidos conhecidos, transportar ciganos subsidiados, e toda a vilania associada, para colocar papéis nas urnas.
Diz-se que é a democracia. Só os imbecis militantes pensam que é democracia aquilo a que assistem, por entre subsídios, que é o maná do deserto que os judeus comeram dado por Yaveh, o chato.
Bom, em Portugal os governos entretêm-se a alimentar classes ociosas, como diria o teórico americano da classe ociosa, Thonstein Veblen. Dão-lhes subsídios de que são dependentes para adquirir uma porcaria qualquer que eles consomem, oferecem-lhes subsídios para não fazer nada, e são responsáveis por terem criado um vasta camada ociosa que sabe roubar, fumar droga, beber cerveja, vender droga e traficar carne de mulher. Regressar ao seu estúdio dúbio pago pelo Estado, desafiar a polícia como bófias, escrever estupidamente nas paredes e contribuir para a poluição das estradas e das ruas de bairro é a sua especialidade. Também pôr fogos, se for possível.
Conversa da tretaNa realidade, o nosso país absorveu o que tinha a absorver – veneno em alta concentração, absinto noutros, e depois desenvolveu o esperado: despovoamento.
Uma tragédia de abandonamento da terrinha por parte dos novos, deixando os velhos a cuidar de casas a ruir. Mas para esta gente de Lisboa o que importa é subsidiar quem não faz nada ou mesmo quem ataca a polícia, ataca os cidadãos e rouba descaradamente a qualquer cidadão, à força de faca e de pistola. Chegámos a um ponto intolerável em que esta gente até vota, para nosso espanto, na elite parlamentar, seleccionando o governo.
Mas que faz? Vive de subsídios que eu e todos os contribuintes pagamos para ele votar. Vive de expedientes manhosos onde o trabalho já está afastado. Infelizmente, conheço pilhas desta gente miserável e ainda nova que os Governos cultivaram. Na verdade, enojam-me. Enojam-me mais porque nos meus impostos subsidiam-nos na sua vida vazia, oca e estúpida e execrável que escolheram viver.
Escusam os psicólogos de serviço vir com as desculpas freudianas habituais: culpa da sociedade, culpa das famílias, culpa da Administração, culpa da Escola, culpa de uma figura tutelar. Conversa da treta, que é conversa de sofá de psiquiatra: a culpa morreu solteira. Culpa do próprio, que teve oportunidade de optar e optou pelo mau, pela vida absurda e anti-social, pela matança e assassínio. Os americanos perceberam este problema, que enquanto perigo é estudado e encontra uma solução radical no jovem Império. Mesmo nos Marines, num lugar de grande exposição. É preciso perceber que os americanos tentam livrar-se de lixo humano enquanto nós tentamos por todos os meios, mesmo os mais imaginativos, acumular lixo humano em todos as direcções.
Que pensam o Canadá e a Austrália?Bom. Esses Estados desenvolvem a teoria de “porta fechada”. Só entra quem interessa. E o que interessa. Licenciados em matérias que interessam ao desenvolvimento do país. Umas vezes precisam de médicos, outras de enfermeiras, outras ainda de engenheiros, também de pedreiros e construtores, de professores de Universidade, de cientistas. Que seria dos Estados Unidos sem a imigração forçada de milhares de cientistas alemães depois de segunda Guerra Mundial?
Não foi Von Braun quem criou a indústria da NASA, não foi porventura Oppenheimer quem lhes mostrou a luz mais brilhante que mil sóis? Não foram os europeus que se foram embora da Europa que criaram a ciência dos USA? Ou foi a inventividade dos USA fora do Cinema?
A imigração seleccionada sempre foi um trampolim para o Império dar um salto em frente. Quer a Austrália, quer os USA, quer o Canadá, com grandes territórios para colonizar, serviram-se a partir de certo tempo de políticas de porta fechada: recebem quem lhes faz falta. Para imigrar são necessárias certas formalidades e cumprir as quotas.
A guerra nos Estados Unidos entre os grandes teóricos de Relações Internacionais é entre os que defendem políticas estreitas de entrada e os que defende a 'open door', uma política de facilidades para quem quer chegar. Todo o bicho careta, como aqui. E são os socialistas que defendem esse ponto de vista, como Gaddis.
Que pensamos nós?Nada. Ao observar o Presidente francês a avançar para medidas de defesa pública, até os cabelos da púbis se arrepiam. Que malandro de húngaro francês. A nós chega-nos o lixo das civilizações dos outros, que já não os podem alimentar, nós, países de pessoas que saíam mas iam ao trabalho puro e duro em Paris e na Alemanha, fazer pela vida que aqui não dava.
Mas agora é triste ver esta massa que chega e pede nas ruas, e quer subsídios para não fazer nada, sustentada por uma gente curvada já ao peso dos impostos da classe política para alimentar os seus projectos. Creio que um dos projectos é alimentar estes pobres e miseráveis que não querem trabalhar, com os que já aqui estão instalados e que aqui chegam como se isto fosse o paraíso deles.
Nosso, não é. Os nossos futebolistas e artistas e políticos encontraram reais paraísos em Bruxelas, Madrid, Turim e assim por diante. E os navegantes de Leste ainda não perceberam: chegaram ao país dos fracassados.
Têm que ir para os Emiratos ou Singapura, com o risco de lhes de cortarem a cabeça, as mãos, os pés, enfim uns apêndices, que para quem não quer trabalhar não fazem falta.
E que pensamos nós sobre isto de 'porta aberta' e 'porta fechada’? Rigorosamente nada. É entrar, vilanagem. E nós que nos aguentemos. Estamos aqui há mais de mil anos. Mas quem nos garante que continuaremos a estar? Que não nos invade ao amanhecer esta náusea profunda de continuar o dia até ao fim?
Esforcemo-nos por sacudir este torpor que nos invade, ao levantar, e elevemos o nosso pensamento a coisas mais Altas, que estão para lá do acessível aos fazedores de Comboios de Alta Velocidade. Isso eles não vão compreender, o que é um Bem em si mesmo