Quinta-feira, 28 de Junho de 2012
Como vê os sucessivos apupos públicos a Cavaco Silva?
Responde José Adelino Maltez, professor catedrático do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa.
O Presidente da República sofre as consequências daquilo que são os balanços que ele fez em termos de populismos. Às vezes o feitiço vira-se contra o feiticeiro. Há aqui oproblema de vivermos em Estado-espectáculo. É claro que não equivale a uma votação. É uma falta de respeito, mas é uma sucessão de episódios que leva ao desprestígio da figura pública que ele é. Já nem o Presidente da República é seguro.
Terça-feira, 26 de Junho de 2012
Primeira página, edição de 26 de Junho de 2012
Os Negócios Suspeitos de Isabel dos Santos, a "Princesa" de Angola :: Pára-quedistas portugueses presos na Síria
Terça-feira, 19 de Junho de 2012
Terça-feira, 12 de Junho de 2012
Primeira página, edição de 12 de Junho de 2012
Aeroporto de Beja custou 35 milhões e está às moscas :: A teia virtual do super-espião Silva Carvalho :: Comandos fazem 50 anos
Terça-feira, 5 de Junho de 2012
Primeira página, edição de 5 de Junho de 2012
Novo Estatuto do Aluno castiga pais :: Construção civil em colapso iminente :: A grande bagunça das nossas secretas
Sexta-feira, 1 de Junho de 2012
O Conselho Regional do Norte da Ordem dos Médicos criticou a possibilidade de os enfermeiros acompanharem grávidas de baixo risco, dizendo que tem que ser “cada macaco no seu galho”. São palavras exageradas?
Responde Guadalupe Simões, dirigente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses.
São extremamente exageradas e sem sentido. Temos que deixar de uma vez por todas de apontar quem é que faz o quê e começar a trabalhar em articulação. Só assim é que os utentes irão sair beneficiados. Isto já está definido em termos europeus. O que está a ser exigido é o que é feito em todo o lado. Com essas declarações parece que não pode haver articulação entre os vários ramos.
Responde Guadalupe Simões, dirigente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses.
São extremamente exageradas e sem sentido. Temos que deixar de uma vez por todas de apontar quem é que faz o quê e começar a trabalhar em articulação. Só assim é que os utentes irão sair beneficiados. Isto já está definido em termos europeus. O que está a ser exigido é o que é feito em todo o lado. Com essas declarações parece que não pode haver articulação entre os vários ramos.
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